Principais erros da Gestão da Qualidade

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Por que alguns sistemas de gestão da qualidade são tão “difíceis de rodar” enquanto outros fazem parte do dia-a-dia da organização? Trataremos aqui de alguns dos erros cometidos na implantação e manutenção do SGQ – Sistema de Gestão da Qualidade.

 

O jogo dos dez erros:

1 – A Alta Direção

É a Alta Direção quem detêm recursos, autoridade e poder de decisão sobre as transformações na empresa, também é dela a tarefa de atribuir responsabilidades inerentes ao sistema de gestão.

A alta direção define as estratégias de negócios da organização, além de serem os exemplos para os demais gestores os gestores em relação a cultura organizacional. Quando a alta direção não vê valor no sistema de gestão, ela não incorpora as questões da qualidade na cultura da empresa.

2 – Os responsáveis pela qualidade

Envolver um grupo reduzido de colaboradores na elaboração e manutenção do SGQ e permitir que sejam vistos como “os responsáveis” pela qualidade. Nunca é demais lembrar que a qualidade depende do engajamento de todos. Cada tomador de decisão na organização é um responsável pela qualidade, assim como os demais profissionais que compõe a empresa.

3 – O melhor modelo de sistema de gestão

Implementar um SGQ “padrão” que deu certo em outra organização. Sucessos alheios servem de ensinamentos, mas aprender com eles exige também respeitar as particularidades e a cultura de cada organização. Um sistema de gestão deve ser específico a organização.

4 – Tudo deve ser previsto e documentado

Estabelecer extensos procedimentos documentados. A documentação do SGQ deve ser pensada para ser enxuta e objetiva. Pessoas qualificadas e conscientizadas sabem o que, como e quando as coisas devem ser feitas. É também um erro usar a documentação do SGQ como forma de tentar idealizá-lo.

5 – A qualidade do produto está apenas no produto

Achar que as normas da qualidade se aplicam somente àquelas áreas ou departamentos que lidam diretamente com o produto. Os atuais escopos dos sistemas de gestão necessitarão cada vez mais de incluir áreas distantes fisicamente dos processos de produção.

6 – Os dois sistemas de gestão

Permitir que coexistam dois sistemas de gestão. O “da qualidade” e o que realmente toca a organização. O sistema de gestão deve ser útil a organização.

7 – Os indicadores de desempenho

Situação análoga aos “dois sistemas de gestão” – os indicadores que monitoram o sistema de gestão da qualidade não guardam relação com a estratégia da organização – são “da qualidade” e não da organização.

8 – Os processos e os “meus processos”

Implantar as normas da qualidade por departamento e não por processo. A ideia de processo pressupõe interdependência entre as áreas e departamentos.

9 – Não trabalhar a conscientização

A qualidade se faz no dia-a-dia: a cada atendimento ao cliente, a cada cálculo e a cada operação de máquina, entre outros.

10 – Não aprender com os erros

Ser refratário às não conformidades. As não conformidades de produto, processo ou sistema são uma grande fonte de informação sobre a organização. Não aprender com elas é fazer com elas sejam apenas “não conformidades”.

 

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