Gestão de Resíduos Sólidos

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Um dos grandes desafios para a sociedade moderna, onde o nível de consumo tende a crescer, é a destinação correta dos resíduos provenientes de suas atividades. No Brasil, cerca de 41,6% dos resíduos sólidos urbanos têm destinação final inadequada. Sobre os resíduos oriundos de indústrias, estima-se que, no Brasil, sejam geradas 2,7 milhões toneladas/ano de resíduos perigosos.

A preocupação das organizações quanto a gestão ineficiente de resíduos tem aumentado com o tempo. Essa preocupação se deve ao aumento da exigência do consumidor por empresas mais dispostas a gerir seus resíduos, e causando menor degradação do meio ambiente. Essa mudança no processo produtivo baseia-se na Gestão Ambiental, que tem como objetivo propor o aumento do potencial competitivo, alinhando o objetivo dos empregadores à proteção ambiental.

A Gestão dos Resíduos tem como uma de suas bases o atendimento aos requisitos legais. Dentre elas, podemos citar a Lei federal Nº 12.305, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Essa lei estabelece as diretrizes para a adequada destinação do resíduo orgânico e inorgânico produzido pelas indústrias e empresas. Assim como estabelece diretrizes para destinações adequadas e coleta desses materiais pelos órgãos públicos, encaminhando-os para coleta seletiva, aterros sanitários ou industriais conforme cada caso específico.

A gestão adequada

Aplicando a política dos três “R”: reduzir, reutilizar e reciclar, a empresa terá um bom início para a gestão correta de seus resíduos. A primeira etapa é reduzir a quantidade de resíduo produzido. Em seguida reutilizar diretamente materiais, geralmente tornando-os disponíveis novamente, e, por fim, desenvolver novos sistemas voltados ao reaproveitamento de certos resíduos.

Quais as vantagens que uma empresa pode obter com a Gestão Ambiental adequada?

– Reduzir significativamente os custos de produção, de forma que possa melhorar os resultados da empresa no médio e longo prazo.
– Diminuir os impactos ambientais, como a degradação do solo, o comprometimento dos corpos d’água e mananciais e a intensificação de enchentes.
– Consolidação de uma marca mais forte para a empresa. E com isso, um maior poder de precificação.
– Possibilidade de conquista de mercados internacionais, por adequar-se às normas de exigência comercial.

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